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Osteopontina N-half humana ELISA

Marca: Diagnostics
Ensaio imunoenzimático para a determinação quantitativa de OPN N-Half em plasma EDTA, urina, líquido sinovial ou sobrenadante de cultura celular
SKU: JP27258

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Características
TecnologiaELISA
Tamanhos96 testes
Ensaio imunoenzimático para a determinação quantitativa de OPN N-Half em plasma EDTA, urina, líquido sinovial ou sobrenadante de cultura celular.

UTILIZAÇÃO PRETENDIDA:Este kit destina-se à determinação quantitativa in vitro de OPN N-Half em plasma EDTA, urina, líquido sinovial ou meio de cultura celular.

INFORMAÇÃO GERAL:A osteopontina (OPN) é uma glicoproteína secretada, inicialmente isolada do osso. Atualmente, é conhecida como uma proteína fosforilada altamente ácida, com capacidade de ligação ao cálcio e contendo cadeias de açúcares, sendo secretada por diversos tipos celulares, incluindo osteoblastos, células dos túbulos renais, macrófagos, linfócitos T ativados e células musculares lisas vasculares. O seu peso molecular pode variar em função da formação das cadeias de açúcares e da fosforilação, tendo sido descrito entre 44 e 66 kDa. Uma das principais características da OPN é a presença de uma sequência de aminoácidos Arg-Gly-Asp (RGD) na sua molécula. Este motivo também está presente na fibronectina, vitronectina e noutras proteínas extracelulares. Sabe-se que a OPN se liga, através deste motivo, a membros da família das integrinas (por exemplo, αvβ3), recetores presentes na superfície celular. Outra característica única da OPN é a sua capacidade de assumir várias formas moleculares in vivo através de processos como splicing de RNA, glicosilação, fosforilação, sulfatação e degradação por proteases. Considera-se que a OPN coexiste localmente com a trombina em tecidos lesados, inflamados, vascularizados e tumorais. A coexistência com a trombina aumenta a probabilidade de proteólise, e este processo poderá desempenhar um papel fisiológico importante. Alguns investigadores relataram evidências de aumento da adesão celular mediada pela OPN após tratamento com trombina. Isto sugere que a clivagem da OPN pela trombina expõe sequências ocultas dos locais de adesão. Foi também descrito que os fragmentos de OPN produzidos após clivagem pela trombina reagem com a integrina α9β1. Além disso, tendo em conta que a OPN possui múltiplos locais de ligação celular e pode interagir com vários recetores, as interações entre a OPN e estas células ou recetores poderão desempenhar funções ainda não totalmente conhecidas.
Este kit permite medir especificamente o fragmento N-terminal da OPN (doravante designado por “OPN N-Half”) resultante da clivagem pela trombina. Por outro lado, as moléculas de OPN que não sofreram clivagem pela trombina são praticamente indetetáveis com este kit.

CARACTERÍSTICAS DO KIT:
- Método: ELISA
- Ensaios: 96
- Tempo de incubação / condições: 1 h (37°C), 30 min (4°C), 30 min (RT)
- Intervalo do padrão: 6.25 - 400 pmol/l
- Sensibilidade analítica: 3 pmol/l
- Volume final da amostra: 100 µl
- Tipo de amostra: urina, plasma (EDTA), sobrenadante de cultura celular, líquido sinovial
- Substrato: TMB 450 nm
- Estado regulamentar: RUO